7.9.13

Fabio Morais (São Paulo, 1975) é artista visual escritor, doutorando em artes visuais na  Universidade do Estado de Santa Catarina. Vive e trabalha em São Paulo.  É representado pela Galeria Vermelho.

Sua mais recente exposição individual foi “Escritexpográfica”, na Galeria Vermelho (São Paulo, janeiro de 2017). 

Participou de exposições coletivas em instituições como  Bienal de São Paulo, MAM-SP, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Museu Lasar Segal, Paço das Artes, SESC, Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo); MAC Niterói (Niterói); Centro Cultural Helio Oiticica, Museu da República (Rio de Janeiro); Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte); Bienal do Mercosul (Porto Alegre); Espaço Cultural Marco Antonio Vilaça (Brasília); MACBA (Barcelona); CGAC Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela); Centro Cultural Inca Garcilaso (Lima); MAC Lyon (Lyon); CAC Brétigny (Brétigny sur Orge); Contemporary Jewish Museum (San Francisco); Astrup Fearnley Musset, The Stenersen Museum, Punkt Ø (Oslo); Bonniers Konsthall (Estocolmo); entre outras.

Em sua prática artística, atua entre o circuito expográfico e o editorial, no qual publicou os livros  “Sebo+Biblioteca” (Museu da Cidade, São Paulo, 2016), em co-autoria com Marilá Dardot, “Somático” (Kitschic Ediciones, Barcelona, 2017; Meli Melo Press e Edições Tijuana, São Paulo, 2016), “Rodapé” (par(ent)esis, Florianópolis, 2015); “Não” (Ikrek Edições, São Paulo, 2014); “Site Specific, um Romance”(par(ent)esis, Florianópolis, 2013); “Querido Diário” (Edições Tijuana, São Paulo, 2013); “A Teus Pés” (Edições Tijuana, São Paulo, 2012); “Fabio Catador” (Coletivo Dulcineia Catadora, São Paulo, 2011); ARTE E MUNDO APÓS A CRISE DAS UTOPIAS (par(ent)esis, Florianópolis, 2010) em co-autoria com Daniela Castro; “Diccionario para Road Movie” (Kitschic Ediciones, Barcelona, 2010); “O Performer” (edição do autor, São Paulo, 2009); “blá blá blá” (par(ent)esis; Florianópolis, 2009) e “Sebo” (CCBB, São Paulo, 2007), ambos em co-autoria com Marilá Dardot, com quem concebeu a “Klaxon Extra-Texto” (Cosac Naify e ICCo, São Paulo, 2013), revista que acompanha a edição fac-similar da Revista Klaxon.

Também no campo editorial, tem obras e textos publicados em livros como “Carta de Intenção” (edição dos autores, com apoio Proac, 2013), “Entre ser um e ser mil” (Editora Senac, 2013), projeto “Pluvial Fluvial” (Florianópolis, 2013), e teve obras publicadas no Jornal Folha de São Paulo, Revista Bravo, Caderno video_brasil A Revista, Revista Select, Revista Refil, Revista Recibo, Revista Bólide, Revista Abrigo Portátil, Jornal de Borda, A Recreativa, entre outros periódicos. Para catálogos e publicações de exposições, escreveu textos sobre a obra de artistas como Marilá Dardot, Cinthia Marcelle, Yoko Ono, Raquel Stolf, Joana Corona, Carlos Motta, Kátia Fiera, Traplev, Adriana Aranha, Daniel Santiago, Bil Luhmahn, Gustavo Colombini, Leonardo Araújo, Rick Castro e Verônica Stigger. 

Traduziu para o português “Dar é Dar” (2015) e “Inventário de Destruições” (2014) de Éric Watier, publicados pela editora par(ent)esis, e o texto "Curadores Invisíveis" (2016), da dupla Claire Fontaine, publicado em "Claire Fontaine, em vista de uma prática ready-made", por GLAC Edições. Foi um dos criadores da revista experimental de tradução ¿Hay en Portugués?, com a qual ainda colabora, na qual publicou “Lina” (2014), múltiplo que acompanha o número 3 da revista. Em 2015 co-editou com Traplev a revista "Recibo 56: Brazil Distópico" e em 2016 editou a revista ¿Hay en Portugués? número 6, sobre texto e escrita em artes visuais. 

Foi um dos organizadores da feira itinerante de arte impressa Turnê (2012-2013), com Regina Melim e Maíra Dietrich, que aconteceu em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Em abril de 2013, curou a exposição Bacanas Books, dentro do núcleo editorial da Feira Internacional de Arte SP-Arte, onde mostrou sua coleção homônima de livros e publicações de artista. 

Ministrou cursos e oficinas sobre escrita e meio editorial em artes visuais em instituições como SESC, Escola Entrópica, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Caixa Cultural de Brasília, Museu Vitor Meireles, entre outras.